Porque o PT, o PSOL e o PCdoB foram sepultados?


Lula, Dilma, o PT e seus aliados do PSOL e do PC do B destruíram o Brasil e por isso o Brasil destruiu eles nas eleições deste ano.

Na época da colônia o Brasil viveu ciclos de escravagismo, pau-brasil, cana de açúcar, ouro, diamante, café e vários outros macro-ciclos econômicos que regeram toda a cadeia econômica dos vários setores da sociedade brasileira durante seus períodos de vigência.


Depois da criação do Banco Central dos Estados Unidos, em 1913, (que não é uma instituição do governo dos Estados Unidos da América, mas que é até hoje uma propriedade particular de cinco grupos financeiros britânicos da cidade de Londres), e com a consequente manipulação e intervenção do Federal Reserve, que é o Banco Central Americano, na economia dos Estados Unidos da América, fazendo o governo americano emitir decretos econômicos, subsídios e a criação de Leis que obrigavam os outros bancos particulares americanos a emitir indiscriminadamente empréstimos a pessoas e empresas muito além dos limites das reservas fracionadas desses bancos e muito além da capacidade de liquidação desses bancos, com a promessa de que se algum banco desses tivesse que saldar títulos emitidos além de sua capacidade de quitação o governo “salvaria” esses bancos com dinheiro das reservas do Tesouro Americano, mas que era uma promessa mentirosa porque o governo também não tinha dinheiro para “salvar” nenhum banco caso todos eles precisassem recorrer ao governo ao mesmo tempo para quitar títulos que o próprio governo obrigou os bancos a emitirem através das diretrizes do Federal Reserve, o pool britânico, o que causou a crise mundial de 1929, provocando com que toda a cadeia de commodities brasileiras fosse definitivamente abalada, principalmente com o império da cultura do café paulista, trazendo grandes consequências para o equilíbrio de forças de poder político no Brasil e a ascensão das forças militares gaúchas acima dos poderes econômicos paulistas, já na revolução de Getúlio a partir de 1930 até 1932, já tivemos assim o primeiro prelúdio de que intervenções políticas dentro de assuntos econômicos sempre causaram crises financeiras.


Depois desse episódio o Brasil teve um certo período de tranquilidade econômica e um substancial crescimento através da industrialização até que houve as duas crises do petróleo na década de 70.


A dívida externa brasileira estava em oito milhões de dólares em 1979 e foi subindo exponencialmente chegando a 100 milhões de dólares em 1982. Nesse mesmo período a inflação estava em 30% ao ano e chegou a 227% ao ano em 1982. O presidente José Sarney lançou o Plano Cruzado em 1986, o Plano Bresser em 1987, o plano verão em 1989 e assim que o presidente Fernando Collor de Mello assumiu no seu primeiro dia de governo ele confiscou todas as finanças de todos os brasileiros que tinham dinheiro no banco deixando apenas o equivalente a U$D 50,00 (50 dólares) por conta bancária.


Mesmo com toda essa intervenção governamental nas finanças da nação a inflação continuava crescendo chegando ao absurdo de 2.851% anual. Durante os 12 meses que antecederam o lançamento do plano real a inflação chegou a atingir o insano patamar de mais de 5.000% ao ano.


Fica claro que o grande desafio da equipe econômica que desenhou a engenharia financeira que seria nomeado como o Plano Real tinha o imenso desafio de trazer credibilidade ao mercado, confiança ao consumidor e solidez ao investidor.


Isso foi conseguido através de um processo transparente de transição da moeda fracassada para uma moeda intermediária chamada o URV (1 Unidade Real de Valor equivalia a 1 dólar que equivalia a 2.732 Cruzeiros Reais) até que em primeiro de julho de 1994 o Real estava disponível nos caixas eletrônicos de todos os bancos em território nacional.


A inflação no período até 1995 foi de apenas 15% ao ano.

Isso trouxe a acessibilidade de mercado a pessoas que não tinham esse acesso devido às flutuações da inflação e a sua decorrente desvalorização monetária arrancando milhões de pessoas da faixa da linha de pobreza.


Essa estabilidade do Plano Real trouxe justamente a segurança e a capacidade dessas pessoas de baixa renda poderem finalmente se planejar a longo prazo.


Rapidamente a confiança voltou aos mercados, os investidores ficaram mais seguros, a população ficou mais estável e isso trouxe uma solidez tão interessante ao mercado financeiro e econômico brasileiro que nós passamos sem muitos percalços pela crise da Argentina de 1997 e pela crise da Rússia de 1998 (ambas crises mundiais) chegando ao incrível patamar em 1998 de inflação na casa de 1,6% ao ano.


Isso tudo conjugado à Lei de Responsabilidade Fiscal impôs às finanças públicas um limite de gastos e a consequente austeridade fiscal necessária para impedir que a inflação e a fabricação de mais dinheiro voltasse a acontecer no Brasil como era no passado, causando assim com que os estados e prefeituras brasileiros passassem a ter superavit em suas contas públicas, proibido prefeitos e governadores de gastar mais do que têm disponível em caixa.


A independência e autonomia do Banco Central trouxe também mais um pilar de sustentação para impedir intervenções de caráter político nas finanças.


O índice Gini, que mede a diferença da desigualdade social, foi caindo ano a ano subsequentemente.


No ano de 1999 o então governador de Goiás, Marconi Perillo, lançou o programa Bolsa Escola, que obrigava os pais a colocar os filhos na escola em troca de uma mensalidade para ajudar na renda familiar. Quando a dona Ruth Cardoso viu este programa imediatamente ela levou isso ao conhecimento do então Presidente da República Fernando Henrique Cardoso que rapidamente tratou de implantar esse modelo de distribuição de renda com vistas ao melhoramento cultural e educacional da sociedade, comprando o tempo do aluno para obrigá-lo a ficar em sala de aula e assim implantando as bases para que a nova geração tivesse uma qualificação profissional melhor do que os seus pais e avós.


A evasão escolar caiu da média de 20% para 3% e em poucos anos esses novos alunos estavam entrando no mercado de trabalho com uma qualificação profissional 100 vezes mais avançada do que os seus pais, que na maioria dos casos não sabiam nem ler e nem escrever.


Todo esse fundamento econômico aplicado de 1994 até 2002 lançou as bases para catapultar a economia brasileira a patamares nunca vistos antes na história deste país.


Dados os méritos a quem é de direito os verdadeiros criadores do plano real foram a competentíssima equipe de engenheiros e cientistas econômicos Pérsio Arida, André Lara Resende, Francisco Lopes, Gustavo Franco, Pedro Malan, Edmar Bacha, Winston Fritsch e Clóvis Carvalho sob a chefia de Fernando Henrique Cardoso, então Ministro da Fazenda do presidente do Brasil Itamar Franco, que é o único idealizador e realizador desse projeto. Itamar Franco salvou o Brasil!


No período de 2001 até 2012 a desigualdade social caiu vertiginosamente fazendo com que os 5% mais pobres tivessem um ganho real acima da inflação de 137% enquanto os 5% mais ricos tiveram um ganho real de apenas 26%.


Nesse meio tempo surgem novas eleições. O discurso do PT e seus tradicionais aliados sempre foi o de dar calote, não pagar a dívida, ou seja: roubar! Afinal quando você tem uma dívida e diz que não vai mais pagar a sua dívida o nome disso é roubo! Não importa se você deve a uma pessoa rica. Se deve e não paga é calote! E este sempre foi o discurso da esquerda radical brasileira liderada pelo PT: deixar de pagar a dívida, ou seja, roubar! Durante a campanha de 2002 o dólar chegou a cotação de R$ 3,95 por medo de que Lula destruísse todas as conquistas do plano real com suas mirabolantes ideias comunistas, mas ele se deu conta de que os fundamentos da prosperidade brasileira, conquistados com o plano real, seriam benéficos para a sua própria popularidade no futuro e por isso ele manteve todos os fundamentos e diretrizes econômicas já estabelecidas antes dele.


O então candidato Lula se comprometeu com uma série de princípios básicos saudáveis do ponto de vista econômico e por isso ganhou as eleições em 2002. Ao assumir a presidência do Brasil Lula manteve o acordo que ele se comprometeu a cumprir com o FMI. Através disso os mercados se acalmaram, as coisas se normalizaram e já em julho de 2003 tivemos uma inflação negativa, ou seja, uma deflação de 0,2%. Houve na prática uma continuidade de gestão da política econômica original do plano real iniciada por Itamar Franco, continuada por FHC e então por Lula também.


No primeiro mandato de Lula ele manteve e até reforçou os fundamentos do tripé macroeconômico que são a austeridade fiscal, o câmbio flutuante e a autonomia do Banco Central com o cumprimento do centro da meta de inflação, melhorando assim o ambiente de negócios brasileiro. Ele fez a lição de casa direitinho no seu primeiro mandato e por isso o crescimento econômico de 1994 em diante não foi interrompido e continuou crescendo no primeiro mandato do governo do PT.


As filosofias fundamentais da macroeconomia mundial, deflagradas em 1994, geraram reservas internacionais crescentes ano a ano e o compromisso inicial do PT com os fundamentos macroeconômicos no primeiro mandato Lula colaborou para a continuidade desse crescimento anual das reservas internacionais alcançando a casa de 206 milhões de dólares em 2008.


Os resultados econômicos eram incríveis: estabilização da inflação decrescente anualmente e a taxa de câmbio estabilizada a níveis confortáveis até 2006.


O programa Bolsa Escola recebe o incremento de outros programas sociais e é rebatizado com o nome de Bolsa Família, dando a entender que foi uma criação do Lula e perdendo assim o seu caráter de programa de incentivo educacional e profissionalizante para o aprimoramento das novas gerações e passando a ter um caráter assistencialista de apenas alimentar pessoas e torná-los dependentes do governo.


Com o sistema arquitetado no Plano Real para prever aumentos reais de salário mínimo acima da inflação, graduais e constantes, desde 1994 isso causou um substancial aumento no poder de compra das classes mais baixas e criou uma classe média forte e preparada para se programar financeiramente para compromissos futuros de longo prazo.


Naturalmente o Lula e o PT não deram crédito a quem é de direito receber o crédito por esse alucinante crescimento econômico que o Brasil sofreu de 1994 em diante e certamente ele usou os resultados econômicos provenientes do Plano Real oportunistamente a seu favor conseguindo assim a sua reeleição em 2006.


A partir do segundo mandato do Lula o PT mudou radicalmente a sua filosofia econômica, deixando de seguir os fundamentos básicos do plano real para seguir as filosofias econômicas comunistas de John Maynard Keynes, fazendo tudo ao contrário do que deve ser, aumentando o gasto público, aumentando o crédito acima da capacidade de pagamento pelos bancos oficiais, diminuindo o spread primário bancário, diminuindo juros e deixando a inflação aumentar, oferecendo desincentivos fiscais para compras de bens duráveis, incentivando o endividamento familiar e o consumo com a redução de impostos, subsídios e manipulação artificial do IPI e essa atitude fez parecer ao povo que estávamos todos morando no Paraíso e que tudo era possível e que não haviam limites.


O problema é que essa mudança de matriz econômica no segundo mandato do PT só viria a começar a surtir efeitos e a conta desse endividamento insano só começaria a chegar no primeiro mandato de Dilma Rousseff, onde obviamente as coisas já não estavam tão boas quanto pareciam estar no segundo mandato de Lula.


Para piorar as coisas, já de 2011 em diante, o ex-ministro de Dilma, Guido Mantega, trabalhou uma política monetária centralizadora e intervencionista nos assuntos de mercado em setores específicos da economia.


Desde 2007 em diante o PT já começou a provocar um abandono gradual dos mecanismos de estabilização financeira, criados no plano real, particularmente o tripé macroeconômico de responsabilidade fiscal, metas para a inflação e câmbio flutuante que provocaram todo o progresso brasileiro de 1994 até 2006.


O Lula, em seu segundo mandato, e a Dilma, a partir do seu primeiro mandato, seguindo os ensinamentos comunistas de John Keynes, aumentaram vertiginosamente o gasto público com o programa PAC do Lula e o programa PAC 2 da Dilma.


Assim chegamos ao estado grande, forte e intervencionista, achando que vai decidir quais são os setores da economia que vão florescer e quais são aqueles que não vão receber apoio, proteção, favores, e estímulo governamentais.


O primeiro mandato de Dilma foi um desastre econômico com políticas diferenciadas no BNDES em favor de determinados setores ou empresas que foram entendidas como relevantes do ponto de vista comunista do PT e seus aliados. Passou-se a usar muito agressivamente o crédito direcionado e subsidiado, isenções tributárias, tarifas de proteção à importação, sem haver uma política normalizada e padronizada de taxas de juros para a contração de empréstimos, quer dizer: para nossos amigos comunistas os juros são 5%, para vocês que são oposição ao PT os juros serão 30%.


Para manter essa política diferenciada no BNDES o governo passou a suprir o BNDES com uma média de 9% do orçamento do PIB brasileiro direcionado a concessão de crédito no BNDES, retirando esse dinheiro do Tesouro Nacional, das reservas internacionais e da reserva fracionária obrigatória dos bancos públicos estatais, o que o Congresso Nacional apontou no impeachment como “pedaladas fiscais”.


Essa barbaridade dessa política desastrada do PT, com o único objetivo de manter a popularidade eleitoral chegou ao ponto, em 2013, de decretar preços artificialmente para o setor elétrico arrebentando a Eletrobrás e por cadeia de sucessão de eventos arrebentando todos os outros setores econômicos ligados ao setor energético, criando a maior crise econômica que o Brasil já viveu em todos os tempos e que ainda estamos vivendo até hoje em 2018.


Os gastos astronômicos para a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016 aumentaram o desajuste financeiro do governo do PT.


E para finalizar a farra do boi não podemos nos esquecer dos bilhões e bilhões que os comunistas do PT e seus aliados (PSOL e PCdoB) autorizaram que fosse enviado a dezenas de ditaduras comunistas ao redor do mundo, dinheiro seu, dinheiro meu, dinheiro nosso, que foi usado para construção de gigantescas obras de infraestrutura em dezenas de países comunistas.


A verdade é que graças a Yahwah Deus, mesmo que o povo comum não entenda esses detalhes técnicos sobre economia, mas o povo tem o coração bom, tem intuição e sabe muito bem quando o seu poder de compra é afetado, algo que já começou a acontecer a partir de 2011 em diante, gerando as manifestações de 2013, fazendo com que Dilma fosse xingada e vaiada nos estádios da Copa do Mundo e finalmente provocando o impeachment de Dilma Rousseff.


Nas eleições municipais de 2016 a esquerda, PSOL, PC do B e PT foram desidratados, enxugados, perdendo uma substancial parte das prefeituras que comandavam ao redor do Brasil e agora nas eleições de 2018 houve o sepultamento da esquerda comunista irresponsável brasileira com a eleição de Jair Bolsonaro, que vem justamente corrigir toda essa destruição causada pelo PT, PSOL, PC do B e sua quadrilha.


Portanto está explicado tecnicamente em minúcias cirúrgicas de detalhes porque a esquerda brasileira foi sepultada em 2018. Por pura incompetência e incapacidade de raciocínio prático, pragmático, técnico, lógico e exato dentro das leis matemáticas e financeiras.


Agora com o Bolsonaro na presidência o capitalismo vai voltar a trazer a prosperidade ao Brasil e agora sim poderemos dizer: o Brasil feliz de novo com Bolsonaro presidente!



Por | André Luís, pseudônimo: Tiranossaurus Rex – Embaixador Mundial da Paz, membro da organização imperial mundial: Royal Society Group / publicitário / inventor / filósofo / músico / integrante da Royal Academy International / integrante do parlamento virtual da ONU, registrado na sucursal da ONU em Bonn, na Alemanha, sob o número de registro 849.381 / membro da Royal Society of Science, Art and Design / membro honorário das seguintes ordens cavaleirescas mundiais: Ordem dos Cavaleiros Templários; Cavaleiros Sarmathianos da Ásia Central; Cavaleiros de Malta; Cavaleiros Teutônicos da Alemanha; Cavaleiros Hospitalários de Jerusalém / também membro e integrante de diversas outras ordens imperiais, cavaleirescas e diplomáticas mundiais / membro da Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes, e colunista dos jornais Diário da Manhã e The New York Times: advertisingpropaganda@gmail.com

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