Israel: A política mais poderosa do mundo decide no voto sufocar o comunismo e liberar o capitalismo

Benjamin Netanyahu garante quinto mandato como primeiro-ministro de Israel.
Primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu discursa durante cerimônia em Jerusalém Foto: AMIR COHEN / REUTERS

General com tendências comunistas, Benjamin Gantz, reconhece a derrota para o capitalista, Benjamin Netanyahu | © REUTERS / Nir Elias

A contagem dos votos ainda não terminou, mas o principal candidato de oposição reconheceu a derrota nas eleições.


O resultado preliminar da eleição em Israel indica que o atual primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, garantiu o quinto mandato. O principal candidato de oposição reconheceu a derrota.


A contagem dos votos ainda não terminou, a decisão final sobre o novo governo só deve ser anunciada na semana que vem, mas ninguém mais duvida de que Israel vai ficar, por mais quatro anos, nas mãos de Benjamin Netanyahu.


Mesmo que o partido dele fique só com 35 das 120 cadeiras do Parlamento, tudo indica que vai ter maioria. Isso porque os religiosos, a direita e a extrema-direita já disseram que farão parte do novo governo.


Se esse cenário for confirmado, o partido Azul-e-Branco de Benny Gantz, que também deve ter 35 cadeiras, será a maior força de oposição.


Analistas políticos de Israel avaliam que o novo governo de Benjamin Netanyahu deve ser ainda mais à direita do que o atual. Ou seja, menos interessado na questão palestina. E, para isso, ele deve continuar contando com o apoio, até agora, incondicional do presidente americano Donald Trump e com o recado que recebeu das urnas: negociações de paz deixaram de ser prioridade.


O bloco que deve governar Israel já começará com duas grandes preocupações: a primeira, urgente, é botar panos quentes nas acusações de corrupção que pesam contra o primeiro-ministro.


A outra é cumprir uma promessa que ele fez já no fim da campanha, de anexar algumas partes da Cisjordânia, onde há assentamentos israelenses - terras cujo futuro, segundo a ONU, deveria ser negociado com os palestinos.


Na Cisjordânia, uma das principais vozes do governo palestino, Saeb Erekat, disse que Israel votou por manter a situação atual, afastando-se da possibilidade de viver em paz.

O objetivo é consolidar o domínio sobre toda a cidade de Jerusalém.

Os planos para a retirada das mesquitas de Al Aqsa e Domo da Rocha, dispostas na esplanada das mesquitas, em Jerusalém, já estão bem avançados entre os judeus ortodoxos e todo o projeto para a reconstrução do templo judaico onde um dia foram construídos os templos do Rei Salomão e do Rei Zorobabel, alcançando assim a sua terceira versão nos últimos 3 mil anos, já estão concluídos e em processo avançado de execução e implementação. O objetivo agora é amealhar o apoio político do maior número de países ao redor do mundo a favor de Israel para endossar a concretização desse projeto.

Bolsonaro conhece maquete do Terceiro Templo, em Jerusalém. | Foto: PM of Israel

O presidente Jair Bolsonaro, em recente visita a Israel, manifestou seu expresso apoio à construção deste terceiro Templo judaico em Jerusalém, não só com sua postura de evitar visitar territórios palestinos como também por se recusar a receber autoridades palestinas que se ofereceram para aproveitar a viagem da comitiva brasileira a Israel para também se encontrarem com o presidente brasileiro.

Bolsonaro assina documento em apoio à construção do Terceiro Templo em Jerusalém

A proposta de Benjamin Netanyahu de anexar os territórios palestinos ocupados por colonos israelenses é um claro demonstrativo de que Israel não vai mais negociar com o mundo árabe. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recentemente reconheceu as Colinas de Golã como território israelense, território também reivindicado pela Síria, que está em guerra civil contra o Estado Islâmico e não pôde fazer nada a não ser ver Israel tomar posse desse território que estava em litígio.

Um dos motivos desse desinteresse diplomático de Israel é justificado pelo seu poderio bélico, detendo o exército mais eficiente, inteligente, letal, bem treinado, estratégico e bem equipado do mundo, além do que os soldados de Israel também atuam na área espiritual com suas orações a YHWH, o Deus dos judeus, antes de ir para o campo de batalha.

Além das orações ao seu Deus, Israel se garante na força aérea mais eficaz do mundo.

O fato é que agora fica bem nítido que Israel não vai mais atuar no campo das negociações diplomáticas com os muçulmanos da Liga Árabe, que impelem os Palestinos a rejeitar o acordo imposto pela ONU desde 1947, Liga Árabe esta que vem usando os palestinos como massa de manobra para causar a confusão que existe até hoje, e ao que tudo indica, pela primeira vez na história dos últimos 4 mil anos do povo judeu, essa é a primeira vez que os judeus vão deixar de se defender e vão partir para o ataque. As promessas de campanha de Benjamin Netanyahu foram bem claras, demonstrando que a paciência dos judeus em relação às manipulações, mentiras e articulações dos árabes está por um fio.


https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2019/04/10/benjamin-netanyahu-garante-quinto-mandato-como-primeiro-ministro-de-israel.ghtml

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