A Páscoa cristã é Satânica! Jesus é judeu! A Páscoa original é judaica!


A alienação, a contra-cultura e a falta de informação que imperam na sociedade humana atual cria aberrações intelectuais, ideológicas, religiosas e culturais monstruosas.


Hoje em dia vemos imagens do judeu Jesus em uma cruz, vemos a palavra Páscoa associada a um coelho que bota ovos de chocolate e observamos assim praticamente toda a humanidade comemorando algo que eles não fazem a mínima ideia do que seja, nem de onde se originou essa festa nem como ela surgiu e por que está totalmente adulterada hoje em dia.


A verdade é que a Páscoa original, a primeira Páscoa realizada na história do planeta Terra foi instituída e determinada ao povo judeu, que na época estavam vivendo como escravos espirituais e depois como escravos para trabalho forçado já por mais de 400 anos como residentes forasteiros nas terras do então poderosíssimo Império do Egito.


Escravidão esta que durou desde cerca de 4 mil anos atrás até 3 mil e quinhentos anos atrás, ou seja até exatamente 1541 anos antes da morte do judeu Jesus em Jerusalém, morte esta ocorrida há exatamente 1.991 anos atrás, no ano 29 da nossa “Era Cristã” do calendário Gregoriano Ocidental.


Quer dizer, o judeu Jesus morreu há exatamente mil novecentos e noventa e um anos atrás e a primeira Páscoa foi comemorada pelos judeus mil quinhentos e quarenta e um anos antes da morte do judeu Jesus.


Temos a data exata da primeira Páscoa, tudo absolutamente bem documentado. A primeira Páscoa ocorreu no dia da libertação dos judeus da escravidão debaixo das mãos do poderosíssimo Império do Egito e foi comemorada precisamente ao pôr do Sol do dia 14 do primeiro mês judaico, o mês de Nissan, há exatamente 3.532 anos atrás.


Veja bem: temos a hora, o dia, o mês e o ano exatos perfeitamente bem documentados da primeira Páscoa. Isso não é lenda mitológica de tempos remotos nem tem nada a ver com coelhos que botam ovos de chocolate.


Isso é uma celebração real baseada em uma história real de uma nação que foi roubada e passou 430 anos como escravos debaixo das mãos do império mais poderoso que a humanidade já viu até a chegada do Império duplo Britânico / Americano atual.


Nessa época o povo judeu passou por esses 430 anos de escravidão espiritual e depois física em terras do domínio egípcio já sabendo, tendo certeza e fé absoluta de que a promessa do Altíssimo feita a Abraão se cumpriria e que algum dia o Eterno escolheria alguém para tirar o povo judeu das garras de aço do grande imperador Faraó do Egito.


Séculos se passaram e a escravidão continuou, gerações nasciam e gerações morriam na escravidão, enquanto isso os judeus continuavam trabalhando como escravos para Faraó e para os egípcios, mas os judeus conheciam a profecia e tinham fé, sabiam que algum dia o criador do Universo, Yahwah, escolheria alguém para afrontar Faraó e seu exército triturador de carne humana e tirar o seu povo das sombrias terras satânicas do Egito.


Como o mundo já sabe muito bem Yahwah escolheu o profeta Moisés para esta missão de libertar a nação judaica debaixo das garras de aço do Imperador Faraó do Egito.


Moisés foi uma criança do povo judeu colocada num cesto no Rio Nilo para que não fosse morto pelos soldados de Faraó, que na época estavam matando todas as crianças do sexo masculino que nasciam descendentes da nação judaica.


Ele foi resgatado por Bathia, a princesa do Egito, filha do Imperador Faraó, que estava tomando banho no Rio Nilo bem na hora que o cesto com o bebê Moisés estava descendo pelo rio, e sua irmã mais velha Miriam, ainda criança, estava às margens do rio acompanhando para onde iria o cesto para assim poder informar aos seus pais onde teria parado o bebê Moisés.


Bathia mandou o seu soldados pegarem o cesto, ficou encantada com o bebê, pelos tecidos enrolados em Moisés ela já sabia que era um neném descendente dos judeus, mas decidiu adotá-lo como seu próprio filho e levá-lo a corte Imperial do Egito.


Miriam, a irmã do bebê apareceu fingindo que não conhecia o nenen e já se apressou em dizer que conhecia uma excelente babá para amamentar aquele neném e Bathia mandou que ela trouxesse essa babá lactante para cuidar do bebê Moisés sem saber que a suposta babá era Joquebede a mãe de Miriam, Arão e do próprio Moisés.


O fato é que Moisés era Príncipe do Egito, filho da filha de Faraó por adoção, mas foi criado por sua própria mãe biológica Joquebede, que se passou por uma babá escrava judia e esteve a vida inteira transmitindo os ensinamentos da pura sabedoria científica judaica para o seu filho Moisés e incutindo nele o amor a Yahwah, o amor ao próximo, amor à vida, os ensinamentos ancestrais de Abraão, Isaque e Jacó. Isso criou nele a curiosidade e o desejo de conhecer seus irmãos judeus nos campos de concentração de trabalhos forçados espalhados pelo Egito e assim ele tinha uma vida dupla.


Vivia parte do tempo conhecendo a fantástica sabedoria matemática científica dos judeus e ficava sem entender porque os egípcios escravizavam um povo com tanto conhecimento e tanta sabedoria e ao mesmo tempo vivia toda a suntuosidade e luxo que o mundo podia oferecer nos palácios imperiais do Egito aprendendo tudo sobre o mais refinado conhecimento de dominação espiritual místico das massas humanas usado pelos egípcios para manter aquele vasto Império sob as ordens de um único homem, o Imperador Faraó, avô adotivo de Moisés.


De forma que, resumidamente falando, avançando essa história algumas décadas adiante, Moisés detinha, aos 80 anos de idade, todo o poder do conhecimento e da sabedoria matemática científica judaica aliado às técnicas do misticismo mágico oculto egípcio, além das táticas de diplomacia, administração e conhecimentos militares adquiridos na corte Imperial egípcia como Príncipe do Egito.


Portanto, quando Moisés recebeu as ordens do criador do universo Yahwah, para voltar ao Egito e enfrentar o seu irmão, também filho de Bathia e agora empossado no trono do Egito como Faraó Ahmose, Yahwah não enviou um simples escravos judeu que vivia o dia inteiro apanhando, trabalhando, ouvindo xingamentos e levando chicotadas.


Yahwah enviou Moisés, o Príncipe do Egito, para falar com Ahmose, o então Rei do Egito, que era seu irmão, criados juntos e filhos da mesma mãe.


O resumo da história é que Moisés avisou o seu irmão Ahmose para que libertasse o povo judeu da escravidão ou então Yahwah destruiria o Egito inteiro para salvar o seu povo escolhido, os judeus.


Ahmose desafiou o criador do universo porque todo Faraó se sentia na condição de um próprio deus.


Dessa forma Yahwah enviou 10 pragas que literalmente destruíram o Egito e humilharam todos os deuses egípcios.


Assim no dia 14 de Nissan de 3.532 anos atrás, a nação judaica estava atravessando o Mar Vermelho em solo seco no meio de duas muralhas de 20 metros de água do mar dos dois lados em uma verdadeira Estrada Real em solo seco no meio do mar para os judeus passarem para a região de Midiã (atual Arábia Saudita).


Neste dia morreu o filho do Faraó Ahmose, que tinha 12 anos de idade, morto por Azazel, o anjo da morte, que matou todos os primogênitos do Egito e preservou vivos todos os primogênitos dos judeus, morreram também toda a infantaria gloriosa da elite militar do exército composta dos melhores soldados do Império do Egito e morreu também dentro do Mar Vermelho o irmão de Moisés, o Faraó Ahmose, que decidiu ir com a divisão de elite do seu exército atrás do povo judeu para fazê-los cativos e escravizá-los novamente, cujo corpo foi prontamente resgatado pelos egípcios para ser embalsamado.


As múmias do Faraó Ahmose e de seu filho junto com a Estela de Meneptá, os engastes de ouro das rodas dos carros de guerra de Faraó recuperados por mergulhadores recentemente de dentro das profundidades do Mar Vermelho, também escritos claramente registrados em hieróglifos em pedra e em paredes em vários templos e pirâmides egípcias e outros milhares de documentos arqueológicos e artefatos documentais da época relatando esse fato histórico estão no Museu Nacional do Cairo e em dezenas de outros museus ao redor do mundo até hoje para quem quiser conhecer essa história real absolutamente muito bem documentada.


A Páscoa é uma celebração judaica de comemoração pela libertação da escravidão.


Mais de 4 séculos vivendo como errantes em tendas no deserto, forasteiros, fugitivos, depois disso escravos, apanhando e sendo forçados a trabalho forçado.


4 séculos como escravos e então a profecia se cumpriu, Yahwah preparou aquele que conduziria o povo judeu para a liberdade e cumpriu a sua promessa feita ao patriarca dos judeus, o profeta Abraão, 430 anos antes.


Depois disso os judeus comemoravam a Páscoa anualmente, de acordo com as determinações explícitas de Yahwah com regras específicas para a celebração da libertação da escravidão do Egito que foi chamada em hebraico de Pessach (Passagem ‘pelo Mar’), em inglês é chamada de Passover (Passar por) e que por assimilação fonética, logicamente com a perca do seu significado ritualístico original, além da perca histórica da memória a que essa celebração deveria remeter, hoje o mundo inteiro conhece essa festa judaica de libertação da escravidão e passagem para a liberdade como PÁSCOA.


Essa celebração permanece intacta por 35 séculos sendo comemorada anualmente pelos judeus até hoje exatamente conforme o Criador do Universo, Yahwah, ordenou que fosse comemorada de ano em ano, todo dia 14 de Nissan de cada ano, já por 3.532 anos.


Mas no meio do caminho tinha o Império Romano e a Igreja Católica para deturpar e distorcer tudo. Novamente as forças das trevas tentando apagar a luz da verdade…


Jesus, nome latinizado para representar o seu nome original real em hebraico que é Yahwshwah, foi um judeu nascido descendente da linhagem Imperial do Rei David de Israel, da Tribo de Judá, nascido na cidade de Beit Lehem (latinizada como Belém), mesma cidade onde também nasceu o Rei David e onde está enterrada a matriarca dos judeus, Raquel.


Jesus teve contato com todas as vertentes de conhecimentos de estudiosos das escrituras sagradas hebraicas na época e absorveu todos os entendimentos a respeito da Revelação Sagrada que o Altíssimo entregou aos cuidados dos judeus.


Na época de Jesus os judeus já haviam desenvolvido seis linhas de pensamento, ou seja, seis seitas, seis correntes filosóficas a respeito do entendimento das escrituras sagradas.


Eram os Zelotes, os Saduceus, os Fariseus, os Essênios, os Cabalistas e os Místicos.


Todos estudando as mesmas revelações e tendo entendimentos e iluminações complementares sobre a mesma verdade revelada.


Evidentemente fica nítido nas palavras de Jesus que ele absorveu todos os conhecimentos de todas essas vertentes do judaísmo, da mesma forma como fica evidente, pelo fato de ele ensinar sobre o batismo que ele tinha mais afinidade com a seita judaica dos Essênios, que já praticavam o batismo de pessoas e objetos cerca de quatro séculos antes do nascimento de Jesus e certamente era a seita judaica preferida por Jesus, pelo primo dele, João Batista, pelo apóstolo André, pelo apóstolo Natanael, pelo apóstolo Bartolomeu e pelo apóstolo João, também escolhidos por Jesus, entre os 12 apóstolos que ele escolheu, para poder propagar os ensinamentos judaicos pelo mundo para as nações não-judaicas que não sabiam nada sobre o judaísmo e até hoje continuam sem saber nada sobre a verdade revelada pelo Criador Yahwah à Moisés há 35 séculos atrás.


A história é bem clara em mostrar que os primeiros 200 mil discípulos do judeu Jesus eram todos judeus naturais nascidos em Israel nas imediações de Jerusalém.


Somente 3 anos e meio depois da morte de Jesus os primeiros não-judeus começaram a entender e aceitar a verdade.


O problema é que esses não judeus que aprendiam a verdade com os judeus vinham com uma carga pesadissima de paganismo, adorações satânicas, sacrifícios humanos, canibalismo, adoração ao Imperador Romano, adoração aos antepassados, icineração de crianças em honra a deuses pagãos, rituais de ocultismo maligno e muita filosofia baseada nas mentiras desses alicerces ritualísticos com propósitos malignos.


De tal forma que a verdade revelada passou a conviver com as filosofias pagãs satânicas dos povos ao redor de Israel assim que os primeiros judeus, seguidores de Yahwshwah (Jesus), saíram de Israel pregando a verdade ao mundo.


Quem estuda história sabe que por quase 300 anos os “bispos” de Jerusalém, e não os bispos de Roma, eram a palavra final em relação a qualquer disputa dentro da seita judaica dos nazarenos, afinal, com a morte de Jesus numa estaca vertical de tortura, num madeiro, com os braços para cima pregados por um único prego, (“stau-rós” e “xý-lon” em grego erudito e grego comum e “crux” em latim, que traduzidos para o português significam estaca, poste, tora, viga, madeira), exatamente como ordena a Lei Judaica para a execução de sentenciados à morte, conforme está determinado em Deuteronômio 21 versículos 22 e 23, houve o surgimento de mais uma seita judaica que passou a ser chamada de seita dos nazarenos e permaneceu sendo conhecida assim em todo o Império Romano em documentos oficiais chancelados pelo Império como Seita Judaica dos Nazarenos da Judéia.


Quando o Império Romano ordenava a morte de seguidores de Jesus nos documentos oficiais do Império não constava a palavra “cristãos”, constava a ordem expressa de queimar vivos, enterrar vivos, pôr pra lutar contra gladiadores ou pôr pra serem comidos por tigres, ursos e leões os judeus nazarenos da Judéia.


No caso surgiu assim a sétima seita judaica daquele perído, a seita dos judeus nazarenos, sediada em Jerusalém e que se manteve por lá por 7 séculos depois da morte de Jesus até se dissipar pelo mundo.


Mas é claro que com a dissolução dos ensinamentos sagrados revelados pelo Altíssimo diretamente aos judeus no Monte Sinai misturados com a filosofia pagã satânica dos povos não-judeus aquele grupo passou a dissolver a mentira dentro do copo da verdade e cerca de 150 anos depois da morte de Jesus a seita dos nazarenos quase não tinha mais nada da verdade judaica revelada em seus ensinamentos, só tinha filosofia pagã satânica egípcia, grega, persa, babilônica, sumérica, indiana, romana, cartaginesa, árabe e macedônica e esse grupo que se formou a partir dos judeus nazarenos só passou a ser reconhecido oficialmente nos documentos romanos como “cristãos” depois da deturpação final e definitiva criada pelo Imperador Constantino no Concílio de Nicéia, no ano 325 e que passou a ser nomeado oficialmente como “Igreja Católica Apostólica Romana”.


Durante esse período de 2 milênios as outras seitas judaicas foram genocidadas e passaram por holocaustos em vários países, coisa que acontece frequentemente contra os judeus a cada cem anos e daquelas sete seitas judaicas daquela época restaram apenas duas seitas judaicas que permanecem até hoje e são denominadas atualmente como Sefaradi e Azquenazi.


Nesse período de 3 séculos entre Jesus e Constantino a verdade sofreu uma série de ataques e foi bizarramente distorcida até se tornar a deturpação que existe até hoje chamada “cristianismo” e ainda veio mais 3 séculos depois com a cereja do bolo de todas as aberrações monstruosas, o islamismo, que também têm suas orígens na Igreja Católica, criada pelo Império Romano, com a diferença de que no céu islâmico tem um puteiro cheio de virgens esperando os heróis mártires que morrerem matando infiéis de outras religiões não muçulmanas e o céu do Islã se torna um Motel gigante para eles transarem e praticarem suas surubas com suas virgens por toda a eternidade, no céu “santificado” do paraíso.


A deturpação é tão monstruosa e a alienação e ignorância das massas manipuladas e manobradas da humanidade é tão absurda e violenta que o povo nem reflete pra fazer simples contas de cálculo matemático para solucionar questões simples:


Estamos comemorando agora a Páscoa judaica, cujo dia 14 de Nissan do calendário judaico esse ano coincidiu com o dia 19 de abril dos católicos, e, segundo os livros cristãos dizem, Jesus morreu com trinta e três anos e meio, certo?


Portanto são trinta e três anos e seis meses de vida.


É amplamente sabido que a “páscoa” cristã é sempre comemorada entre o final de março e o final de abril, porque pelo menos nisso eles tentam se aproximar da verdadeira Páscoa judaica, tentando achar a data certa do dia 14 de Nissan no calendário judaico.


Esse ano os cristãos conseguiram acertar a data do dia 14 de Nissan que realmente caiu no dia 19 de abril.


Mas, voltando aos cálculos: se Jesus tinha 33 anos e 6 meses no dia 14 de Nissan há exatos 1.991 anos atrás, que é a data em que ele foi morto em Jerusalém, então é impossível que ele tenha nascido em 25 de dezembro.


Se ele tivesse nascido em 25 de dezembro ele estaria completando 33 anos e 4 meses no dia 25 de abril, ou seja, segundo esse cálculo explicitamente deturpado e mentiroso dos cristãos Jesus teria morrido com 33 anos e 3 meses, nem teria chegado a completar os 33 anos e 4 meses.


Pra uma pessoa inteligente não precisa de muita filosofia, só boa e velha a matemática judaica básica de sempre já é o suficiente.


Basta pegar a data da morte de Jesus, 14 de Nissan (digamos que, pra facilitar, seja dia 19 de abril, certo?). Pegamos essa data e voltamos 6 meses atrás. Não vai dar no dia 25 de dezembro coisa nenhuma! Vai dar no dia 19 de setembro. 6 meses antes de abril é setembro e não dezembro!


Mas o povão é massa de manobra, facilmente manipulável, não param pra pensar, pra anlisar, não querem pesquiser, preferem ficar na mentira do coelho botando ovos de chocolate do que conhecer a verdade.


O resto da história é fácil entender.


Assim fica fácil explicar porque existem coelhos botando ovos de chocolate na Páscoa judaica.


Por qual motivo existe “Papai Noel” no dia do suposto nascimento de Jesus, que nasceu por volta dos últimos dias de setembro, sendo que o deus Sol Invictus de Roma nascia no dia 25 de dezembro, então, como concluíram os romanos no Concílio de Nicéia no ano 325, “não custa nada mudar um pouquinho a data do nascimento desse judeu nazareno para 3 meses além da data que ele realmente nasceu, só para coincidir com a data do nosso deus Sol Invictus que já é comemorada em 25 de dezembro para que fique mais fácil para os pagãos romanos aceitar esse Jesus judeu como se ele fosse apenas um nome judaizado para o nosso já conhecido e venerado deus Sol Invictus, protetor de todo o Império Romano”.


Os cristãos adoram e veneram o ancestral deus Sol Invictus do Império Romano (adaptado e atualmente chamado de Jesus, nascido em 25 de dezembro) e veneram todo o panteão de deuses romanos, que agora são chamados de “santos” canonizados, pois receberam outros nomes diferentes dos nomes dos deuses romanos, mas com os mesmos poderes dos deuses romanos, misturaram tudo, deturparam as escrituras sagradas hebraicas recebidas pelos judeus como a revelação sagrada entregue diretamente por Yahwah aos judeus no Monte Sinai há 3.532 anos atrás.


Os pagãos macedônicos ptolomaicos da mesma linhagem pagã romana “traduziram” as escrituras hebraicas para o idioma grego.


Só deixando claro que qualquer texto em hebraico têm quatro níveis de leitura simultânea: três camadas de leitura 1) matemática, 2) numerológica e 3) energética além da leitura da camada básica superficial de entendimento 4) fonético simples, que é a única camada de entendimento que os outros idiomas também têm.


Portanto, qualquer texto traduzido do hebraico para qualquer outro idioma perde três das quatro camadas de entendimento de leitura simultânea que só o idioma hebraico possui.


Isso significa que qualquer texto em hebraico quando é traduzido para outros idiomas, que possuem só a quarta camada de nível de entendimento, apenas fonético, já perde automaticamente 75% do seu poder de expressão e entendimento apenas por ser traduziro, isso se for uma tradução honesta, sem a intenção de distorcer as palavras e dar significados diferentes do significado fonético original hebraico.


Portanto, ao traduzir as escrituras hebraicas para o idioma grego já se foram 75% da expressividade da mensagem sagrada revelada e é sabido e conhecido que nessa primeira tradução já houve a inclusão sorrateira de ensinamentos como ‘alma imortal’ e ‘inferno de fogo’, como se fizessem parte do texto original em hebraico.


Depois disso os romanos traduziram do já 75% esvaziado idioma grego para o idioma latim, com o acréscimo de mais algumas distorções e deturpações em relação à já adulterada “tradução” grega anterior e a retirada do nome sagrado, que aparece cerca de 7 mil vezes nos originais em hebraico, substituindo o nome do Eterno pela insignificante palavra SENHOR.


E não satisfeitos com tanta mentira depois disso ainda traduziram do idioma latim para centenas de idiomas, lembrando que cada “tradução” vinha acompanhada com o acréscimo de ensinamentos que nunca existiram nas escrituras hebraicas, como por exemplo, reencarnação, alma imortal, inferno de fogo, trindade de deuses, idolatrias, adoração a Maria, adoração a Jesus, purgatório, repetição de rezas, extorsão de dinheiro e bens materiais dos seus fiéis e uma infinidade de mentiras que não aparecem nas escrituras sagradas originais em hebraico que ainda estão intactas e em hebraico nas mãos dos judeus não só em Jerusalém durante esses últimos 35 séculos como também nas mãos dos outros judeus que foram obrigados a se espalhar pelo mundo sob ameaça de morte e levaram consigo as escrituras hebraicas para os quatro cantos desse planeta.


Hoje, depois de séculos de adulterações por parte da cultura pagã greco-romana mediterrânea e da Igreja Católica, o que os cristãos e muçulmanos têm em mãos é aproximadamente entre 5% a 15% do que realmente foi revelado em hebraico e está até hoje em hebraico em poder dos judeus nas sinagogas ao redor do mundo pronto para ser lido por qualquer um que quiser aprender a ler em hebraico para aprender a sentir o entendimento dos quatro níveis da verdade também.


A verdade é bem simples e bem clara como a luz, as trevas da mentira nunca vão conseguir ofuscar a luz da verdade!


A Páscoa é uma festa judaica de comemoração pela libertação da escravidão egípcia, que durou 4 séculos e agora os judeus já gozam de 35 séculos de liberdade e celebram a cada ano a liberdade gloriosa que receberam de presente das mãos do Altíssimo Criador do Universo, Yahwah.


E ninguém nesse mundo nunca mais vai conseguir apagar a luz da verdade como o Egito fez, muito menos sufocando as escrituras sagradas hebraicas nem traduzindo de forma distorcida e deturpada as palavras do Altíssimo, como o Islã e a Igreja Católica fazem.


As Igrejas Católica, Ortodoxa, Evangélica e outras denominações “cristãs” e a sua irmã gêmea barbuda, o Islã, são apenas adulterações da revelação sagrada entregue em hebraico pelo Criador do Universo aos judeus e que está até hoje conforme foi revelada, há 35 séculos sem adulterações nem distorções em relação ao que foi divinamente revelado no idioma hebraico a 3 milhões de testemunhas oculares presentes no Monte Sinai no dia da revelação dessas escrituras hebraicas que temos até hoje em poder dos judeus que vivem em Jerusalém há mais de 30 séculos initerruptos e também nas sinagogas ao redor do mundo inteiro.


A mesma e única escritura, a original, o mesmo e único Altíssimo autor, sem versões, sem editoras, sem sociedades bíblicas evangélicas, sem o dedo venenoso dos Papas do Vaticano, sem revisões, sem “traduções”, em hebraico, conforme a revelação original Divina entregue à humanidade na presença de 3 milhões de judeus testemunhas oculares que viveram centenas de milagres coletivos, como atravessar o Mar Vermelho, por exemplo, e foram escolhidos pelo Eterno há 35 séculos atrás como os guardiões dessas escrituras sagradas.


De certa forma o judeu Jesus (em hebraico, Yahwshwah), o maior de todos os judeus e o maior rabino que Israel já teve, conseguiu transmitir através dos seus 12 apóstolos judeus, os costumes judaicos de paz e amor pelo mundo e acabar com a cultura de assassinatos humanos por esporte, adorações satânicas, canibalismo, adoração ao Imperador, adoração aos antepassados, rituais de ocultismo maligno, estupro e enterramento vivo de crianças que nascem aleijadas, gladiadores, incineração de crianças a deuses das trevas, sacrifícios de virgens nos festivais pagãos da colheita, sacrifícios pagãos de grandes guerreiros aos deuses para a proteção da tribo e todo tipo de paganismo pesado que existia na humanidade e era encarado como normal.


Judaísmo é civilização, é humanização de gente com comportamento selvagem.


Mesmo sendo deturpado e adulterado o significado original da Páscoa judaica e mesmo o mundo gostando de viver mentiras ao invés de conhecer a verdade, mesmo assim os costumes judaicos que Jesus e seus 12 apóstolos judeus espalharam de Jerusalém, capital de Israel, para o mundo, conseguiram alcançar todo o planeta Terra.


Só lembrando que Jesus nunca foi cristão nem nunca será cristão, ele é judeu!

Jesus é judeu, descendente do rei David e herdeiro do trono de Israel!


Hoje de manhã eu recebi mensagens de uma Feliz Páscoa de amigos da Grã-Bretanha, China, Rússia, Bangladesh, Irã, Índia, Togo, Alemanha, Gana, Dinamarca, Ruanda, Itália, Tailândia, Noruega, Austrália, Espanha, Canadá, México… Enfim, mesmo sendo de forma distorcida, por enquanto, mas mesmo assim a verdade sagrada está chegando aos quatro cantos desse planeta e logo a verdade estará tão clara quanto a luz do dia, sepultando assim para sempre as superstições, o paganismo e a mentira.


A verdade sempre vence!

A verdade já venceu e agora reinará plena, gloriosa, intocável, pura e vitoriosa eternamente.


❤ Amém. ❤

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